| 27 - Velocidade |
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Ser velho, aham ... , enfim... não muito velho, um bocadinho mais velho ( pronto ), pode ser uma coisa boa. Desde logo é sinal claro que sobrevivemos e já ultrapassámos a faixa etária de maior risco de acidente [os jovens (in)conscientes nas suas cinquentinhas *], o que é bom e, por outro lado, confere-nos uma diferente perspectiva da vida (continua ...) |
| 28 - Condução com pendura |
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Conduzir com pendura ou dar boleia deve ser olhado com alguma moderação e sobretudo ponderação, numa perspectiva até ... pedagógica, especialmente se o/a pendura não tem experiência. Não é a primeira nem a segunda que oiço comentários do género: “Motas ? nem pensar ... andei uma vez com um que deu a volta ao quarteirão
(continua ...) |
| 29 - Acidente - que fazer ? (o próprio) |
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Um acidente é algo complicado, frustrante e, na altura, muito confuso. Pode ser que estejamos em condição de nos levantarmos e continuar viagem (se ela também o estiver) mas, nunca se sabe. E é para o que nunca se sabe que devemos estar preparados. E, como diz o povo, quem vai ao mar, avia-se em terra.
(continua ...) |
| 30 - Acidente - que fazer ? (os outros) |
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Seja alguém do nosso grupo seja um completo desconhecido, o espírito de solidariedade entre motociclistas (nascida da consciência da nossa especial fragilidade) obriga-nos a actuar e a apoiar um companheiro do asfalto que não se pode valer porque sofreu um acidente. O que fazer, então ?
(continua ...) |
| 31 - Condução nocturna |
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A condução nocturna encerra algumas especialidades em relação à diurna e convém delas estar consciente afim de manter o nível de segurança que lhe queremos emprestar.
Devemos usar apenas protecção ocular clara e mantê-la limpa e isenta de riscos. Aos nossos olhos é exigido um esforço acrescido e tudo o que pudermos fazer (continua ...) |
| 32 - Condução urbana I |
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No ambiente urbano dos nossos dias e mormente em Portugal os espaços urbanos constituem autênticas zonas de guerra com perigos espreitando a cada esquina e exigindo da nossa parte múltiplas acções simultâneas. A nossa missão é sobreviver incólumes
(continua ...) |
| 33 - Condução urbana II |
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O stress e a frustração são bons catalizadores para comportamentos anti-sociais e agressivos. É de esperar tudo, especialmente o imprevisível. Desconhecendo as intenções e as condicionantes dos outros condutores há que evitar, evitar, evitar. Algumas situações envolvendo motos
(continua ...) |
| 34 - Viagem |
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Uma viagem é sempre fonte de excitação e antecipação de prazeres prometidos. Ao pensarmos e planearmos uma viagem cumpre-nos fazê-lo de tal modo que não se transforme em pesadelo. A lógica é esta: se pretendemos no período da viagem que tudo seja apenas
(continua ...) |
| 35 - Situações de perigo |
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As situações do “ai jesus” são muitas mas algumas constituem as tradicionais. São algumas das soluções para estas que iremos descrever:
Gripanço do motor - apertar a embraiagem e ir travando (se possível) para uma paragem na berma;
(continua ...) |
| 36 - Armadilhas urbanas |
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Existem muitas, muitas. Trataremos sucintamente de algumas:
Aproximação a semáforo fechado. A nossa especial mobilidade permite-nos circular entre as faixas do trânsito com relativa facilidade e não é o facto de ser perigoso (continua ...) |
| 37 - As motos também se deitam (e levantam) |
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Se nunca lhe sucedeu fique sabendo que algum dia sucederá. Por força do cansaço, da distracção, de uma travagem brusca, solas inadequadas, descanso lateral enterrado no solo mole, enfim, por uma razão qualquer, (continua ...) |
| 38 - O furo da minha vida |
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Como as quedas, também os furos constituem uma realidade inelutável da condução de motociclo. Mais tarde ou mais cedo ele acontecerá e quando acontecer esteja preparado para ele. Primeiro saiba que, ao invés dos automóveis, as motas não carregam consigo (à excepção das antigas Vespa e Zundapp) pneu sobresselente. (continua ...) |
| 39 - Prendam essa moto |
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É frequente receber notícias de alguma moto ter sido retirada ao convívio do seu legal proprietário. Algumas vezes com requintes de malvadez, com a utilização de meios mais capazes, vários indivíduos, camioneta de caixa fechada, enfim profissionais a sério. A maior parte, porém, trata-se apenas de ladrões de ocasião. E a ocasião é normalmente fomentada pelo utilizador que deixou a montada, (continua ...) |
| 40 - As mais estupidas idas ao tapete |
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Não é nada de que nos orgulhemos mas uma ida ao tapete, o mesmo é dizer, ao asfalto, sucede aos melhores e há mesmo quem diga que se não é realmente um motociclista até que se caia com ela. Já foi tema de diversas discussões no seio do Moto Clube Virtual e é dessa troca de experiências que este é feito, constituindo repositório dos relatos dos próprios.
(continua ...) |
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